terça-feira, 30 de novembro de 2010

As principais caracteristicas dos tablets. a mais nova guerra do mercado tecnologico!



Os aparelhos chamados de Tablet são a nova sensação do mundo tecnológico depois dos smartphones, eles geram um novo conceito em tecnologia portátil.
Os tablets foram uma das sensações da CES 2010, feira de tecnologia que ocorreu em janeiro deste ano, em Las Vegas. Muitas empresas pequenas e médias apresentaram protótipos desses aparelhos, enquanto nomes famosos como Motorola e HP anunciavam o lançamento dos tablets ainda esse ano. Mas afinal, o que é um tablet e o que você pode fazer com ele? Confira a seguir as respostas para essas e outras perguntas sobre tablets.
O que é um tablet?
Um tablet é um computador em forma de prancheta eletrônica, sem teclado e com tela sensível ao toque. Para ter uma idéia de como é um, basta pensar em um “iPhone gigante”, com tela entre 7 e 10 polegadas. Alguns tablets  já saem prontos para acessar a internet, através das tecnologias Wi-Fi e 3G.
O que posso fazer com um tablet?
O principal foco dos tablets está no acesso à internet. Navegação na web, e-mail e leitura e edição de documentos simples são algumas das principais atividades que podem ser feitas com eles. Além disso, será possível assistir a vídeos, ver fotos e ouvir músicas. Devido a limitações de poder de processamento e interface, provavelmente não será viável trabalhar com programas pesados, como o Photoshop ou abrir arquivos pesados de aplicativos como Word, Excel e PowerPoint.
Quais os sistemas usados nos tablets?
No momento, são basicamente três. A aposta da Microsoft é o Windows 7, que está no tablet da HP. O segundo sistema é o Android, do Google, baseado em Linux. Ele está em tablets da Motorola e da Dell. A terceira opção é composta por outras variações do sistema Linux criadas por cada fabricante. A Lenovo, por exemplo, criou o SkyLight OS para sua linha de netbooks e tablets.
Quais os processadores usados?
Há três nomes de peso disputando esse mercado. A Intel aposta na linha de chips Atom, já muito usada em minilaptops. A segunda concorrente é a Qualcomm com sua linha de chips Snapdragon. Esses processadores são usados em alguns dos smartphones mais poderosos do mercado, como o Nexus One, do Google. Já a tradicional fabricante de placas de vídeo NVidia quer emplacar os processadores Tegra em tablets. O iPad usa o processador A4 de 1 GHz, fabricado pela própria Apple.
Os tablets são similares aos e-books?
No tamanho, sim. Mas as semelhanças param por aí. As telas dos tablets são coloridas e sensíveis ao toque, enquanto às dos e-books são monocromáticas e não respondem à pressão dos dedos. E-books servem exclusivamente para ler jornais, livros e revistas, enquanto tablets possuem outras funções.
Já posso comprar um?
Apresentado em setembro, o tablet GalaxyTAB, da Samsung, chegou às lojas brasileiras no dia 19 de Novembro, com isso, o eletrônico passa à frente do iPad, lançado pela Apple nos Estados Unidos em Abril, que ainda não chegou oficialmente ao país(o lançamento foi divulgado para o dia 3 de Dezembro). O tablet da Samsung, ao contrário da alternativa da Apple, sai de fábrica como telefone celular. Ele foi o primeiro eletrônico da categoria comercializado no Brasil em grande escala por preço sugerido de R$ 2.699, na versão desbloqueada.
Samsung GalaxyTAB o principal concorrente.

Concorrente do iPad
O computador portátil da Samsung chega ao Brasil dois meses após seu lançamento mundial, realizado na Alemanha, durante a feira de eletrônicos e eletrodomésticos IFA 2010. Já o iPad, apresentado em janeiro e comercializado a partir de abril nos EUA, teve a data de lançamento aqui no Brasil divulgada essa semana depois de muita especulação. O lançamento será no dia 3 de dezembro.
Características do GalaxyTAB
O Samsung GalaxyTAB é uma espécie de celular com um telão de 7 polegadas TFT sensível ao toque. O portátil conta com duas câmeras (um frontal de 1,3 MP e outra traseira de 3 MP), conexões móveis (3G, Bluetooth e Wi-Fi), GPS (com o serviço Google Maps) e oferece suporte a vários tipos de arquivo como MP3, MP4, DivX, WMV, etc.  
Diferentemente do iPad, que não tem capacidade de expansão de armazenamento, o GalaxyTAB só será comercializado em uma versão com 16 GB, expansível até 32 GB. A versão brasileira do tablet permite que o usuário ouça rádio FM e veja televisão com sinal digital ou analógico.
Equipado com um processador de 1,2 GHz, o sistema operacional do aparelho é o Android 2.2 (Froyo). Como parte da personalização do fabricante, o tablet, que pode fazer as vias de leitor eletrônico, vem com livros e conteúdos de jornais e revistas pré-carregados e a ferramenta Social Hub, que integra redes sociais e une contatos da rede com os do telefone.
Na caixa do aparelho há uma capa protetora, um cabo USB e um fone Bluetooth. Esse último acessório é bastante útil na hora de usar o tablet como um telefone celular (não seria muito confortável segurar um telefone de 7 polegadas próximo à orelha). O tablet também tem recurso de videochamada.
Steven Jobs executivo chefe da Apple apresentando o iPad.

Características do iPad
O iPad da Apple tem uma tela sensível a toque de 9,7 polegadas e permite visualizar informações na tela nos modos horizontal e vertical, uma Bateria com duração de 10 horas em funcionamento e de 1 mês em "standby", espessura de 1,3 centímetro, peso de 680 gramas.
A exemplo do Galaxy o IPad também conta com as tecnologias de Conexão Wi-Fi,Bluetooth e 3G.
 Opera com um sistema operacional que é uma variação do software do iPhone. Segundo a Apple, todos os aplicativos do iPhone funcionam no iPad;
Suporta o iWork, pacote de aplicativos da Apple que compete com o Office da Microsoft, e vem equipado com o chip A4 de 1GHz da Apple;
O tablet iPad, da Apple, chega às lojas brasileiras nesta sexta-feira, dia 3 de dezembro, O produto, que foi lançado em abril pela empresa nos Estados Unidos, será vendido desbloqueado diretamente na loja online da Apple e por varejistas como Fnac, Fast Shop e Ponto Frio.
O valor inicial do computador de mão é de R$ 1.649 na versão com 16 Gigabytes (GB) de capacidade de armazenamento e conexão sem fio Wi-Fi. Na configuração mais robusta, com 64 GB, conexão Wi-Fi e 3G, o equipamento será vendido por R$ 2.599, informa a Apple.
Nos Estados Unidos, o tablet tem preço inicial de US$ 500 e a versão mais incrementada, com acesso a redes 3G, sai por US$ 829. Neste último caso, o plano pode ser contratado separadamente junto à operadora.
Por enquanto, as operadoras brasileiras não venderão o iPad diretamente, mas devem fornecer o chip para acesso a redes 3G. De acordo com a Apple, empresas como Claro e Oi preparam planos especiais de dados para usuários do tablet.
GalaxyTAB x iPad
À primeira vista, o que mais chama atenção na comparação entre os dois aparelhos é o tamanho. O iPad tem tela de 9,7 polegadas, enquanto a do GalaxyTAB é de 7 polegadas.  Quanto ao peso, a versão do iPad com conexão 3G é de 730 g, enquanto o Galaxy pesa 379 g.
As vantagens do iPad em comparação com o GalaxyTAB são: a sensibilidade da tela touchscreen, a vasta quantidade de aplicativos disponíveis e adaptados para o tablet da iTunes Store, o design e a duração de bateria. Com Wi-Fi, segundo testes da MacWorld, a bateria do iPad dura dez horas, enquanto a do Galaxy dura sete.
Os principais recursos do GalaxyTAB que o iPad não tem são: a possibilidade de fazer videoconferência; rádio FM e televisão (sinal analógico e digital), pode funcionar como um telefone convencional e rodar vídeos em flash.
É isso pessoal, espero ter esclarecido suas duvidas quanto esses portáteis que prometem dominar o mundo da tecnologia nos próximos anos.

Virus podem danificar seu Hardware? leia e descubra!



Pragas virtuais são normalmente armazenadas no disco rígido do computador e executadas pelo sistema operacional quando o PC é iniciado – exatamente como qualquer outro software. Durante muitos anos, usuários se perguntavam se era possível que um código malicioso atingisse ou danificasse equipamentos físicos, como as placas se vídeo ou rede, o processador ou a placa-mãe. A resposta dada a esses questionamentos foi muitas vezes um “não”, mas especialistas têm demonstrado vírus que atingem placas de vídeo, rede e placas-mãe, apontando para uma resposta diferente.
Até 1998, a questão de vírus em hardware era muito clara para especialistas. A maioria acreditava que não era possível que uma praga digital danificasse o computador fisicamente de qualquer forma. Naquele ano, porém, surgiu o vírus Chernobyl, também conhecido como CIH e Spacefiller. Usando uma falha no design de placas-mãe, ele conseguia apagar o chip da BIOS. Com isso, o computador não podia mais ser ligado.
Não era um ataque físico direto. A BIOS é uma parte lógica da placa-mãe, mas consertar o chip poderia ser algo bem complicado, envolvendo, sim, um tratamento físico com a troca do chip da BIOS danificado para que ele pudesse ser reprogramado. O episódio deixou especialistas em dúvida. Houve quem dissesse que, como a BIOS é um componente lógico, não havia um dano ao hardware. Peter Szor e Eugene Kaspersky, dois respeitados especialistas, no entanto, escreveram em 2000 que o CIH foi “o primeiro vírus a danificar o hardware do sistema”.
Desde então, as placas-mãe não permitem mais que um ataque como o CIH ocorra, possuindo proteções contra programas que tentem alterar a memória da BIOS.
O debate sobre a possibilidade de vírus em hardware ou de danos permanentes a componentes físicos seguiu quieto até que, em 2006, John Heasman mostrou como infectar placas PCI de rede e vídeo. Heasman apostou que tais ataques, embora possíveis, não seriam comuns. Isso porque, segundo ele, usuários são descuidados e criminosos não precisam depender de ataques complexos para criar vírus com alto poder de camuflagem e destruição.
)
Usando a técnica de Heasman, um vírus consegue permanecer no computador mesmo depois da formatação ou da troca completa de um disco rígido. Qualquer novo dispositivo de armazenamento instalado pode ser imediatamente infectado.
Ano passado foi a vez da barreira das placas-mães serem quebradas. Pesquisadores de segurança argentinos demonstraram umvírus capaz de se alojar na BIOS, a mesma que deveria estar protegida depois dos ataques do CIH. Nesse ano, a existência de ataques reais desse tipo foi confirmada pela primeira vez em placas-mães da Dell que infectavam o computador se o sistema fosse Windows.
Na semana passada, mais um pesquisador demonstrou como colocar vírus em componentes de hardware. Guillaume Delugré mostrou que a capacidade de processamento e memória das placas de rede Broadcom NetExtreme são suficientes para alojar um rootkit, um código malicioso invisível capaz de grampear o tráfego da rede e controlar o sistema infectado remotamente.
Delugré, porém, atenta para um detalhe: a maioria das placas de rede usada em computadores domésticos não tem capacidade de realizar as mesmas tarefas. É aí que entra as dificuldades dos vírus em hardware.
Por que não veremos um ataque massivo ao hardware
Segurança é uma área difícil de prever, então pode ser que, em breve, sim, surja algum vírus que ataque o hardware ou algo semelhante, como foi o vírus CIH em 1998. Mas existem alguns fatores que precisam ser considerados antes, e que apontam para uma realidade em que ataques por meio de componentes de hardware permaneçam raros.
Um vírus programado para atacar um hardware precisa ser específico para o hardware que ele quer atacar. Isso significa que é difícil atacar todos os computadores da rede, que usam configurações muito diferentes. O ataque de Delugré, por exemplo, depende do uso de uma placa de rede específica que é mais usada em ambientes corporativos.
O conceito mais importante nesse caso é o de firmware. Firmware é o nome que se dá para um código que cuida dos aspectos mais fundamentais do hardware. Ele gerencia, por exemplo, a forma como um gravador de DVD irá realizar sua função, e um erro no firmware pode tornar o gravador incompatível com certas mídias. Em placas, firmwares são atualizados para funções diversas, desde a operação de ventoinhas ao suporte para novos processadores em placas-mãe (a BIOS da placa-mãe é um firmware). Até um controle remoto de TV precisa de um firmware para funcionar.
O vírus de hardware, portanto, normalmente opera no firmware. Como o firmware normalmente é específico para cada componente, também o vírus precisa ser. Se não for, ele não conseguirá modificar o firmware ou, se modificar, pode acabar danificando o computador – e um computador danificado não pode ser usado para acessar o banco e permitir o roubo da senha.
Pragas como o Stuxnet, que possuem objetivos específicos em sistemas específicos, podem se aproveitar de mecanismos no hardware para se alojar nos computadores alvo. O Stuxnet, aliás, não infectava hardware, mas infectava arquivos de projeto de uma linguagem usada pelos controladores industriais; ou seja, foi ainda mais específico em sua ação.
Mas é muito difícil que um vírus comece a tentar infectar todo tipo de firmware. Se o fizer, provavelmente estará cheio de erros, a não ser que desenvolvedores realmente habilidosos dediquem muito tempo para a tarefa. Nos casos de laboratório demonstrados até hoje, especialistas trabalharam com o hardware que quiseram e não precisaram se preocupar com a viabilidade do código em grande escala.
Quanto a danos no hardware, essa é uma questão ainda mais improvável, já que os vírus de hoje não buscam mais danificar o sistema. Eles precisam do computador funcionando para realizar suas tarefas maliciosas. Já no caso de ataques específicos a certas organizações ou estruturas, a viabilidade dessa tarefa já não parece tão impossível. De fato, o próprio Stuxnet tinha como objetivo interferir na operação de controles industriais para causar falhas

Creditos: G1.com.br

Conferência Ibero Americana de Segurança Web no ISCTE, em Lisbo



 A 2ª conferência Ibero Americana de segurança web, IBWAS'10, irá realizar-se nos próximos dias 16 e 17 de Dezembro, no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa, na cidade de Lisboa.
Esta conferência, organizada pelos capítulos português e espanhol da OWASP - The Open Web Application Security Project, tem como objectivo reunir peritos de segurança, investigadores, educadores e profissionais da área no sentido de debater as questões de hoje no âmbito da segurança aplicacional.
Para além da conferência, um dos dias estará reservado para um dia de workshops.
As inscrições estão abertas e são gratuitas.
Mais informações poderão ser encontradas no site do evento, aqui.

Link ocioso

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...